Póstumo

Assim como em tantas noites
O tempo, sem pressa, caminhava
Angustiando a mente vazia.

No cômodo frio e lúgubre
Um feixe de luz
Recaia por sob uma carta,
Caída no chão,
De palavras melancólicas
Como um adeus, em fim
Sem data nem remetente.

Assim como na noite anterior
O luar chegou à seu tempo
Mesmo sem maravilhar
Um dos teus amantes.

2 Comentários

Srta.Lua disse...

olá querida desculpa por demorar a vir aqui! é impressão minha ou vc mudou o layout? ficou muito bom!
e seus versos continuam a tocar a alma!
bjs!

Gisela Cardelli disse...

Não se preocupe! Sinta-se sempre bem-vinda ;D
Sim, mudei, mas estou pensando em mudar novamente... estou num dilema .-.

Fico grata pelo comentário ^^ .Bjs!

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